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Nadando no rio Paranapanema
Mar 23rd, 2009 by Joca

Nesse fim de semana nadei no rio Paranapanema, na divisa de estado entre São Paulo e Paraná, próximo à cidade de Ourinhos.


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Foi a terceira prova do Campeonato Paulista de Maratonas Aquáticas. Segundo a organização da prova eram 3,5 Km, mas pelo Google Maps, se eu acertei a localização da largada, deu uns 4,2 Km o que, considerando a correnteza, equivale a uns 2,5 Km em água parada.

Fiquei em sexto na categoria. Na primeira prova em Santos fiquei em quarto. Na segunda, no Wet’n’Wild, fiquei em quinto. Se continuar assim, na próxima fico em sétimo, depois em oitavo… :-/

Daqui a duas semanas tem prova em Caraguatatuba. Vamos ver se me recupero…

ATUALIZADO EM 26/3

Depois de uma boa conversa com meu ex-treinador, ele me deu o toque para eu não me cobrar tanto, para não olhar só o lado de competição, mas também o lado de lazer, de curtir o prazer de nadar nesses lugares bacanas que temos ido.

E para mostrar como foi bacana nadar no rio Paranapanema, aqui vai um vídeo feito pela Prefeitura de Ourinhos:

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[Tradução] Nade forte!
Mar 12th, 2009 by Joca

Tradução de “Go Hard!” escrito pelo treinador Dunstan Bertschinger

Este é um mantra muito popular entre os triatletas da Austrália. Um afirmação e confirmação tribal pré-prova. Encorajamento para “nadar forte” e “dar tudo de si!” na prova. “E por quê não?” eu escuto você perguntar. Bom, da última vez que chequei, não encontrei nenhuma prova onde estavam distribuindo medalhas para quem gastasse a maior quantidade de energia.

águas abertas

Então qual é a alternativa? Pode ser só uma insignificante questão de semântica mas, para mim, as idéias às quais prendemos nossa mente são muito importantes uma vez que elas nos influenciam de formas sutis…

Qualquer um que conhece um pouco dos conceitos de Total Immersion sabe que nadar forte nem sempre significa nadar rápido. Na bicicleta existe uma relação direta entre força e velocidade. Coloque mais força nos músculos e você andará mais rápido. É simples assim! É possível pedalar percursos com subidas e descidas onde é possível otimizar o uso da força, mas não vamos entrar nesse tema aqui…

Em comparação, a água é uma armadilha de energia muito eficiente. É possível que um nadador médio gaste o dobro de energia e mesmo assim não consiga aumentar sua velocidade em nada! A maior parte da energia é gasta em espuma e barulho. É por isso NADAR FORTE não basta.

Precisamos aprender a sentir nossa VELOCIDADE na água. Afinal, é isso que queremos conseguir com nossa natação, o caminho mais rápido da largada até a chegada. E isso não é o mesmo que “nadar forte”. Ir o mais rápido possível no dia da prova requer muito mais conhecimento e concentração do que exaurir 100% de suas forças.

águas abertas

A melhor maneira de aprender isso é treinar lado a lado com um companheiro de treino de águas abertas. É um pouco como o exercício conhecido como “sintonia dos 2 barcos” na prática da vela, onde você usa dois barcos idênticos, um como referência para o outro e você faz todos os ajustes para extrair mais velocidade do seu barco. O outro componente de provas de águas abertas é obviamente o tático. Quando Terry e eu competimos na Prova do Cabo de 2 milhas, no Lago Plácido em agosto, foi a prova mais tática e excitante de minha vida. Nenhum de nós chegou perto do melhor tempo mas eu senti que cada um de nós puxou o outro ao mais rápido que pudemos chegar nesse dia.

Em cada momento que você estiver competindo, pergunte-se:

  1. Eu consigo relaxar e manter a mesma velocidade?
  2. Eu consigo ir mais rápido sem “tentar”?

Por último: você consegue “relaxar na velocidade”? Está é uma habilidade que se adquire com a prática mas para mim é uma dos aspectos mais recompensadores de uma corrida de triatlo. Da próxima vez que estiver nadando, pedalando ou correndo lado a lado com um competidor será sua próxima oportunidade de praticar. Aguarde esse dia!

E aqui vai meu encorajamento pré-prova para todos vocês:

“Nade bem!” e “nade rápido!”

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Segunda prova do campeonato paulista de maratonas aquáticas
Feb 16th, 2009 by Joca

Nesse sábado participei da segunda prova do campeonato paulista de maratonas aquáticas. Foi em um lago que existe ao lado do parque Wet’n’Wild. Cheguei em quinto lugar. Ainda tenho muito para melhorar…


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Não se nasce especialista
Feb 12th, 2009 by Joca

Consegui achar mais um tema que une a natação com gestão de produtos, métodos ágeis e desenvolvimento de sistemas, a questão de como se tornar muito bom em alguma coisa. Afinal, nascemos com um dom, ou com prática poderemos ser muito bom em algo?

Há uns 4 meses atrás li um artigo sobre natação em:

http://www.totalimmersion.net/2007articles/january/expert.html

Que me levou ao artigo “The Expert Mind” da Scientific American. O mote das duas é que dá para se transformar em um especialista do assunto desde que:

  • se pratique bastante (10 anos);
  • a prática seja consciente, ou seja, que o praticante entenda o que está fazendo;
  • se tenha um bom guia (treinador, coach, mentor, etc.) e;
  • se tenha um ambiente propício.

Recentemente esse tema voltou à tona com o novo livro do Malcom Gladwell, autor de “The Tipping Point: How Little Things Can Make a Big Difference” e “Blink: The Power of Thinking Without Thinking“, chamado “Outliers: The Story of Success“.

Curiosamente a receita de sucesso é mais ou menos a mesma: para se transformar em um especialista em algum assunto (natação, programação, gestão, aplicação em bolsa, etc.) deve-se:

  • praticar bastante (ao invés de 10 anos Gladwell propõe 10.000 horas – em 10 anos seriam uma média de 4 horas por dia útil);
  • praticar de forma consciente, ou seja, o praticante deve entender o que está fazendo;
  • ter um bom guia (treinador, coach, mentor, etc.) e;
  • ter um ambiente propício.
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Volta das férias, treinos e primeira prova
Feb 7th, 2009 by Joca

Voltei de férias dia 18/1, mas até agora não consegui blogar, nem aqui, nem nos blogs da Locaweb. Estou voltando à ativa nos blogs hoje.

Depois dos treinos no mar, voltei aos treinos de piscina, na mesma academia mas com novo treinador. Já fiz a primeira prova, dia 24/1, em Santos.


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Esse ano estou competindo em uma categoria nova (Master D – de 40 a 44 anos) e num tipo de prova novo, a prova média que customa ter de 2000m a 3000m. Gostei muito de fazer essa prova mais longa. Terminei bem, em quarto na minha categoria. Vamos ver se mantenho os bons resultados ao longo do ano!

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Férias!!!
Jan 2nd, 2009 by Joca

Vou sair de férias por duas semana. Estou indo para o Nodeste:


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E adivinha só o que eu não vou deixar de fazer por lá? Nadar!!!

1ª semana:
Dia 1: 30 minutos nadando solto
Dia 2: 45 minutos nadando solto
Dia 3: 1 hora nadando solto
Dia 4: 1 hora e quinze nadando solto
Dia 5: 1 hora e meia nadando solto

2ª semana:

Dia 1:
20 min.solto
15 min posição
2 min solto
10 min firme
2 min solto
5 min forte
2 min solto

Dia 2:
15 min.solto
5 min forte
2 min solto
10 min solto
5 min forte
2 min solto

Dia 3:
1 hora posição
3 min solto

Dia 4:
1 hora firme
3 min solto

Dia 5:
15 min solto
30 min forte
5 min solto

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Fuga das Ilhas
Dec 15th, 2008 by Joca

Ontem participei da Fuga das Ilhas:


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Acho que é uma das provas mais gostosas do ano, pena ela não fazer parte do circuito paulista de maratonas aquáticas. Te levam de escuna até a ilha e você tem que voltar nadando. Apesar do site da prova dizer que são 1500m, o Google Maps fala em 2km.

Os resultados já saíram. Minha posição foi 192 em 1097 homens que participaram. Fiz a prova em :34:49.62. Isso dá uma média de :01:34.48 por cada 100m, um tempo até razoável. O melhor tempo da prova foi :24:04.26 (:01:12.21 por cada 100m, bem forte).

E vamos continuar treinando. 😀

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Nadando no Pólo sul e no Pólo Norte
Dec 7th, 2008 by Joca

Procurando vídeos para o meu post sobre Lynne Cox, me deparei com vídeos de um nadador chamado Lewis Gordon Pugh. Além da Wikipedia, mais informações podem ser encontradas no seu site. Ele se define como ambientalista, explorador e nadador. Suas “nadadas” têm sempre por objetivo chamar a atenção para algum problema ou situação. Em suas “nadadas” no Pólo Norte e no Pólo sul, ele procura chamar a atenção para o aquecimento global.

Pólo Norte

Pólo Sul


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Histórias de uma nadadora de águas abertas
Dec 2nd, 2008 by Joca

Acabo de ler o livro “Swimming to Antartica” de Lynne Cox:

Ela é uma nadadora de águas abertas que tem muitas histórias para contar. Com 15 anos quebrou o recorde feminino e masculino de travessia do canal da Mancha. Nadou entre as duas ilhas da Nova Zelândia. Fez o cabo da Boa Esperanca a nado (com tubarões). Fez a travessia entra as ilhas Pequena Diomede e Grande Diomede, no Estreito de Bering. A pequena ilha fica no Alasca, a grande na antiga União Soviética:



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Quatro meses após essa travessia o Presidente Reagan e o Presidente Gorbachev se encotraram na Casa Branca para assinar o Tratado de Desarmamento que pos fim à Guerra Fria. Em um determinado ponto, Presidente Gorbachev fez um brinde e disse:

“Last summer it took one brave American by the name of Lynne Cox just two hours to swim from one of our countries to the other. We saw on television how sincere and friendly the meeting was between our people and the Americans when she stepped onto the Soviet shore. She proved by her courage how close to each other our peoples live.”

Depois disso, ela nadou uma milha (1700m) em água próxima de zero graus na Antartica.

Para ver ela falando sobre a travessia do Estreito de Bering, acesse:

http://www.youtube.com/watch?v=i_4rcs_iqN8

Por algum motivo, não está liberado fazer embedded… :-/

Vale ler a história dessa moça. É impressionante! 🙂

E para quem gosta de nadar:



Hey Mr Grump Gills
You know what you gotta do when life gets you down?
Just keep swimming
Just keep swimming
Just keep swimming swimming swimming
What do we do we swim, swim, swim
OH HO HO How I love to swim
When you WAAAAAANNTTT to swim you want to swim

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Para melhorar, procure os melhores
Oct 14th, 2008 by Joca

Achei que ia demorar mais para conseguir relacionar os dois temas que tenho falado aqui nesse blog, gestão de produtos e natação, mas já encontrei um tema: como melhorar.

Como comentei aqui, mudei de academia quando senti que estava meio estagnado na academia de natação em que eu estava. Na academia antiga eu era o segundo melhor nadador, ficando atrás apenas de um ex-nadador profissional, que quase atingiu índice olímpico na década de 80, ou seja, eu achava que tinha atingido o meu topo. Quando mudei para a academia atual, no grupo de treinamento do qual passei a participar eu era um dos piores. Isso me deu uma nova motivação para melhorar. Minha melhora foi significativa nesse um ano que estou lá e ainda vejo espaço e motivação para melhorar, pois tem gente muito boa lá nadando no mesmo horário que eu nado.

Isso vale também na vida corporativa. Se você tiver que montar uma equipe, monte com os melhores, coloque pessoas que são melhores do que você mesmo, pessoas com quem você e todo o resto da equipe possam aprender. É a melhor forma de melhorar!

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