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How should we draft an information architecture?
set 13th, 2009 by Joca

Actually, it’s quite simple, as Donna Spencer points out:

Just make it up.

Wait? Is it that simple? But in order to make it up you just ned one thing: information.

You need to understand what you are trying to achieve, what users of the service need and know, and you need to know the content well. If you don’t have these things, it will be hard. But if you do have them, pulling them together into a first draft is surprisingly easy.

Which one is the right product to invest?
set 6th, 2009 by Joca

Which one is the right product to invest?

Ice Cream Glove:

Snuggie:

Answer: there’s no way to know if you base your answer on opinions. The only way to be sure which one is the right investment is:

getting “out of the building” and testing ideas against reality, to find out what creates value for customers before spending all of our resources building it.

For those curious to know which of these products is a good product development investment and want to read more about how important it is to do customer research:

http://radar.oreilly.com/2009/09/is-your-product-an-ice-cream-g.html

Interfaces de usuário sensíveis a contexto
jan 1st, 2009 by Joca

Uma tendência interessante é a de interfaces de usuário sensíveis a contexto. Além dos exemplos citados nesse link, outros bons exemplos são o Basecamp:

basecamp1

Ao passar o mouse sobre o primeiro item aparecem as ações que podem ser feitas nesse item:

basecamp2

Isso deixa a interface mais leve e, ao mesmo tempo, permite invocar as ações quando necessário.

A versão 2.7 do Wordpress implementou esse conceito. Vejam a lista de posts:

wordpress1

E, ao passar o mouse sobre um título de post:

wordpress2

Protótipo: primeira impressão
dez 28th, 2008 by Joca

A palavra protótipo vem do grego protos (primeiro) + typos (impressão) e é importante que usemos os protótipos de UX como primeira impressão de nossos produtos e sistemas, como sugere a origem da palavra.


If I can’t picture it, I can’t understand it

Albert Einstein

Na maioria das vezes que pensamos em protótipos de sistemas web, pensamos em protótipos que tenham alguma fidelidade ao produto final e que, se possível, sejam interativos para que possam ser usados em testes de usabilidade.

Existem várias ferramentas para se fazer protótipos. Algumas das mais conhecidas são:

Mas antes de se fazer um protótipo interativo fiel ao produto final, podemos fazer um rascunho de protótipo, algo sirva como ferramenta para discussão sobre o sistema. E para fazer esse tipo de protótipo não há ferramenta melhor do que lápis e papel! É barato, rápido e muito fácil de usar!!!

Termino esse post com alguns exemplos de protótipos rascunhados no papel, para dar idéia de quão poderosa é essa ferramenta.


UX ágil
dez 26th, 2008 by Joca

Recentemente li dois posts sobre como “encaixar” UX em times que estão usando metodologias ágeis. Um deles é o “Agile UX: Como trabalhar com os designers” do Guilherme Chapiewski que trabalha na Globo.com. O outro é o “Agile UX: como integrar UX e desenvolvimento” do Antonio Carlos Silveira do Yahoo! Brasil.

Como o próprio Antonio apontou bem, essa preocupação sobre como integrar UX em um time de desenvolvimento de software que segue alguma metodologia ágil existe desde o início das metodologias ágeis. Alguns posts sobre o tema:

Aliás a busca por Agile UX no Google retorna muitas e muitas páginas dedicadas ao tema.

Um exemplo interessante é a apresentação abaixo, da Leisa Reichert que ela apresentou na Web 2.0 Expo Berlin:

Sem dúvida há várias maneiras de se integrar UX e metodologias ágeis e o correto é escolher a maneira que se adapta melhor à sua situação e disponibilidade de recursos (tempo, dinheiro e pessoas).

Contudo, queria adicionar meus 2 centavos a essa conversa. Apesar de ser importante termos especialistas em UX, pessoas que conheçam a fundo sobre arquitetura da informação, design de interação, design visual e todos os temas relacionados à experiência do usuário, acredito que UX deve ser uma preocupação de todas as pessoas do time. Não há razão alguma para o PO e os membros do time não se preocuparem com o tema e deixarem tudo nas mãos de um especialista. E se esse especialista um dia não estiver disponível? Se ele estiver ocupado cuidando de outras coisas? Ou mesmo se não tivermos um especialista em UX no time?

Não estou querendo dizer que UX não é um tema complexo, que requer muito estudo e prática, mas acredito que todos nós devemos conhecer os conceitos básicos de UX.

Vou citar duas situações exemplo que ilustram bem a importância de todo o time se preocupar com UX:

  1. Feedback: imagine que você tem em sua aplicação uma determinada função que não é executada na hora e que pode levar até 2 horas para acontecer. Na interface você implementa o comendo que executa essa função só que não informa o prazo. O usuário certamente vai se perguntar o que aconteceu, se a função foi de fato executada. Um solução é avisá-lo desse prazo logo após o comando ser invocado. O ideal é avisar antes mesmo de ele invocar o comando que executa a função.
  2. Opções: imagine que você está desenvolvendo um formulário de pagamento com opções de pagamento por cartão de crédito. Você recebe o protótipo com um select que permite escolher entre Amex, VISA e Mastercard. Você implementa esse protótipo. Na hora de colocar em produção você recebe a informação de que inicialmente o sistema só irá aceitar Mastercard. Você edita o select e remove as outras opções. A sua interface vai ficar com um select de uma opção só! O correto aqui seria remover o select enquanto houver uma opção só.

Ou seja, não é necessário ser um especialista em UX para ajudar no desenvolvimento e melhoria de UX dos sistemas que seu time cuida. Leia, estude, informe-se, afinal conhecimento nunca é em excesso!

Padrões de uso e a crise
dez 1st, 2008 by Joca

Acabo de publicar mais um post sobre padrões de uso no UXBlog da Locaweb:

[Padrão de Uso] Navegação em grandes conjuntos de dados

Sobre a crise, acabo de assistir o vídeo abaixo, dica do Jason da 37signals:

Ausência e vídeos bacanas
nov 18th, 2008 by Joca

Tenho andando meio ausente pois passei uma semana em Chicago no User Experience 2008 e acabei me focando em escrever posts para o UXBlog da Locaweb:

Por esse motivo talvez eu não escreva muito por aqui, pelo menos não sobre assuntos gestão de produtos.

Por outro lado, acabei de achar uns vídeos muito legais sobre uso dos produtos Google. Lembram um pouco o que fizemos na Locaweb com a série “O que que é isso?“, mas num estilo misturando terror e piada. Bom divertimento!



Redes, marketing boca a boca e NPS ou como conquistar mais clientes
out 11th, 2008 by Joca

Acabo de ler o livro Linked: How Everything Is Connected to Everything Else and What It Means. Aliás, o verbo correto é ouvir, uma vez que este livro foi minha primeira experiência com audiobooks.

Sobre audiobooks: gostei bastante. Realmente consegue poupar muito tempo e, como disse no outro post, de quebra nos dá a oportunidade de praticar ouvir em inglês.

Sobre o conteúdo do livro, é muito bom. Vou falar mais sobre o conteúdo abaixo, mas queria antes fazer um comentário sobre a forma. Independente se é audiobook ou livro em papel, os livros de não ficção que discorrem sobre uma teoria tendem a ser muito repetitivos. Contam muitas histórias para exemplificar um determinado aspecto da teoria que eles estão apresentando. ãs vezes isso é interessante, é até uma forma de se sedimentar o conhecimento mas eu particularmente sempre chego ao final de uma livro desse tipo com sensação de “podia ser mais curto”. Pra quem tem essa mesma sensação, vou procurar fazer um resumão abaixo e, se alguém quiser ler direto da fonte, o próprio autor do livro, Albert-László Barabási, escreveu um artigo para a Scientific American um artigo chamado “Scale-free Networks” onde ele mesmo faz o resumo do livro.


Redes

O livro conta um pouco sobre a teoria de redes e sobre como Barabási descobriu um tipo de rede chamada de scale-free que serve como instrumento para mapear e explicar fenômenos que acontecem na rede de páginas web, na rede de computadores e roteadores que dão suporte à internet, na rede de interações entre as proteínas de uma célula, na rede neurônios em nossos cérebros, nas redes socias, nas redes de interações entre empresas e consumidores entre outros exemplos.

Para dar uma idéia do como são essas redes, abaixo algumas imagens:



Mapa feito em 6/2/2003 que mostra as conexões entre 100.000 páginas web.


Mapa de interações entre as proteíns do fermento.


O que diferencia uma rede scale-free de uma rede randômica é a forma como as conexões entre os nós da rede acontecem. Enquanto numa rede randômica, os nós se conectam com outros nós de forma aleatória, numa rede scale-free existem preferências de conexão.

Para dar uma idéia de cada um desses tipos de rede, vale comparar a malha rodoviária e a aeroviária dos EUA:

Nas redes scale-free a maioria dos nós tem algumas poucas conexões, enquanto alguns nós acabam se tornando nós preferencias de conexão, tendo centenas ou milhares de conexões. Esses nós são chamados de hubs.

À primeira vista podemos pensar que para ser um hub, quanto mais cedo se conectar à rede, melhor. Sem dúvida chegar cedo é importante, mas há outro fator que pode transformar um nó num hub, a sua atrativadade. Por exemplo, na web, o Google não foi o primeiro sistema de busca a aparecer, mas é hoje um hub preferencial na web.

Pensando na relação entre empresas e consumidores, imaginando que as empresas e os cosumidores são os nós da rede, e a relação de compra são os links dessa rede, podemos ver uma rede scale-free, com as empresas que coseguem ter mais clientes como hubs.

Novas empresas aparecem a todo tempo e sempre tem as que se destacam mais, conseguindo muitos clientes que as admiram. Harley Davidson, Apple e Google são alguns exemplos.

Mas qual é ferramenta usada para atrair mais clientes?


Marketing boca a boca

O marketing boca a boca é uma ferramenta muito poderesa mas, à primeira vista, muito difícil de controlar. Li recentemente um livro interessante sobre o tema, “The Word of Mouth Manual - Volume II“.

O livro dá dicas sobre marketing boca a boca, mas também é uma propaganda da empresa do autor do livro, a BzzAgent.

Essa empresa coordena uma rede de pessoas que se dispõem a falar dos produtos da empresa que a contrata e essas pessoas preenchem um relatório sobre a receptividade dessas conversas.

Um dos pontos que achei mais interessante é quando ele comenta sobre o momento em que o ápice do marketing boca a boca acontece. É um único momento com dois pontos de vista:

  • o da pessoa acaba de comprar algo e está comentando sobre sua experiência com esse algo novo e;
  • o da pessoa que está a procura de opiniões sobre algo que ela quer comprar, e ouve a opinião da pessoa que tem o produto.
  • Esse é o momento crucial para a conquista de novos clientes, é quando o marketing boca a boca acontece, e parece extremamente difícil de ser influenciado, quanto mais gerenciado em benefício da empresa. É esse um dos principais momentos que definirá se sua empresa será ou não hub em sua rede.

Sobre o momento do pós compra, veja um trecho do livro:

The post-purchase effect can last a few days, weeks, or months, depending on the size of the investment the individual has made and the particular character of the product. No matter how long it lasts, this is a unique and incredible moment in a product’s life cycle. One in which consumers feel absolutel
y compelled to make believers of the people around them. Word of mouth skills go into overdrive. We practice our most persuasive techniques. We extol our knowledge to accelerate the decisions of others.

Parece ser difícil de gerenciar, mas há uma forma muito simples de se medir como as pessoas falam de sua empresa.


NPS

NPS é a sigle de Net Promoter Score ou, numa tradução livre, Taxa Líquida de Promotores. Nome meio estranho e pomposo para algo muito simples. Pergunte a 100 clientes seus escolhidos aleatoriamente se eles indicariam os seus serviços a um amigo. Classifique as respostas em 3 opções:

  • Certamente não indicaria
  • Não sei se indicaria
  • Certamente indicaria

Com as respostas em mãos subtraia o percentua daqueles que certamente indicariam dos que certamente não indicariam. Esse é o seu NPS, ou seja, imaginando que cada pessoa que fala mal de sua empresa anule os efeitos de cada pessoa que fala bem, quantas pessoas sobram que ainda falam bem de sua empresa?

Obviamente já existe um mercado em torno desse conceito, sobre a melhor forma de calcular, métodos e metodologias, seminários e certificações, livros, apostilas, audiobooks, etc. O site oficial é o:

http://www.netpromoter.com

Na tabela abaixo alguns exemplos:

E na tabela abaixo os campeões absolutos:

É fácil ver que quanto maior o seu NPS, maior será sua atratividade na rede.

Mas ainda fica a pergunta: como aumentar o NPS?


Como conquistar mais clientes

A resposta vai parecer muito simplista, mas quem me conhece sabe que sou fã de conclusões simples.


A maneira mais simples de conquistar mais clientes
é tratando seus clientes atuais muito bem,
com respeito, transparência
e com o melhor serviço que você puder oferecer.

Pode parecer muito ingênuo falar uma frase dessas mas vamos a alguns pontos que a justificam:

  1. ela é simples e fácil de entender. Todos os funcioários da empresa serão capazer de segui-la e, mas importante, de saber que a seguir será bom para a empresa e, em última instância, para o próprio funcionário;

  2. praticando-a você certamente estará ajudando a aumentar o seu NPS, ou seja, diminuindo a quantidade de pessoas que falam mal de sua empresa, os detratores e aumentando o número de pessoas que falam bem de você, os promotores. Aqui a idéia é ir no oposto do “falem mal, mas falem de mim”. Se você que mais clientes, pregue “farei de tudo para que todos falem bem de mim”;
  3. praticando-a você estará exercendo um papel fundamental na geração do marketing boca a boca. É fácil perceber que se esforçando para ter muito mais promotores que detratores, você estará influenciando o marketing boca a boca, fazendo com que mais pessoas falem bem de você;
  4. praticando-a você estará aumentando sua atratividade na rede na qual sua empresa está inserida, potencializando as chances de sua empresa se tornar um hub dessa rede.

Por esses motivos, repito de novo, só para fixar bem a mensagem:


A maneira mais simples de conquistar mais clientes
é tratando seus clientes atuais muito bem,
com respeito, transparência
e com o melhor serviço que você puder oferecer.

“Getting Real” is an excellent PM handbook
jul 5th, 2008 by Joca

37signals is “a privately-held Chicago-based company committed to building the best web-based software products possible with the least number of features necessary. “

They wrote a book called “Getting Real” where they share tons of pragmatic advices on how to build a successful web product. From idea inception all the way to launch and post-launch, passing through all aspects.

It’s a must read for any web application PM.

And you can read it free online!

http://gettingreal.37signals.com

Locaweb launches 4 new blogs
mai 27th, 2008 by Joca

I was not able to write here this last 15 days because I was working on a new project at Locaweb which also demanded writing posts. We decided to launch 4 blogs with content specially written for our customers:

  • Succeeding on the web: it will bring information on how to make your web site a success (SEO, SEM, customer care, web statistics, tracking, etc.).
  • User Experience: having a beautiful web site is not enough. We should guarantee that the user’s experience is good so she comes back and recommend the site to her friends.
  • Internet technology: focused o technical topics such as programming, frameworks, databases, etc. We will talk about Ruby on Rails, Python, Django, MVC, ASP.Net, PHP, MS SQL, MySQL, Java, …
  • Agile Software Development Methodologies: or the readers of YAPMB, this is not a new topic, but in Brazil it is. Since many of our customers are web developers, we figured out the agile methodologies that have been so useful and helpful for us probably would be very useful and helpful to our customers. So we decided to start to teach agile to our custmers through this blog.

All those blogs are in Portuguese, so for the readers that don’t read in Portuguese, I apologize. Maybe you could consider this an opportunity to learn Portuguese! :)

Now I want to come back to my weekly posting routine at YAPMB!

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